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Arquivos da categoria: ‘Nostalgia’

Morre o Bozo original

Postado em: jul 3, 2008 10:20:51 PM

Do portal G1

Larry Harmon, que interpretou o palhaço Bozo por décadas e licenciou o nome para outros Bozos ao redor do mundo, morreu nesta quinta-feira (3) aos 83 anos de falha cardíaca. A informação foi confirmada à Associated Press pelo assessor de Harmon, Jerry Digney.

Ainda que o personagem tenha sido criado por Pinto Colvig para uma série de discos infantis lançada pela Capitol Records em 1946, foi Harmon quem primeiro vestiu o nariz de palhaço, a peruca alaranjada e a fantasia vermelha, azul e branca na época para divulgar a coleção de álbuns.

Aproveitando a oportunidade, ele se ofereceu para comprar os direitos da franquia e, como empresário, passou a difundir o palhaço Bozo para diversos canais de televisão dos Estados Unidos e do mundo.

“Você poderia dizer, de certo modo, que eu estava clonando o palhaço Bozo antes que qualquer pessoa começasse a clonar DNA”, brincou Harmon em uma entrevista a AP em 1996. “Bozo é a combinação da sabedoria adulta com as maneiras infantis que existem em todos nós”, disse.

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O guia da boa esposa – Follow up

Postado em: mai 28, 2008 07:50:01 PM

Uns tempos atrás, meu camarada Mxy+ummontedeconsoante postou frases retiradas de revistas femininas antigas. Isto que vou postar agora é um guia de como ser uma boa esposa no tempo em que elas não raspavam o sovaco.

A imagem está em inglês, e na continuação, tem a tradução.

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Especial Bolinha de Gude

Postado em: fev 26, 2008 09:30:02 AM

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Inaugurando a Seção Nostalgia, que ressuscitará para você leitor as coisas do tempo do guaraná com rolha, um post todo especial sobre um dos maiores esportes infanto-juvenis (e por que não adultos, profissionais, ou quiçá olímpicos?) de todos os tempos: a bolinha de gude. Um pouco de história, curiosidades e uma tentativa de reunir as principais regras desse jogo milenar, em que cada participante pode usar a malandragem e modificar as normas. Nostálgico é pouco!
E lembrem-se: quando eu pegar minha matadeira vou rapecar todos vocês! Buarararará!

Esses dias estive pensando na minha infância. Aqui na pacata cidade onde vivo a molecada brincava de tudo: pião, taco, pega-pega, esconde-esconde, pipa e a tão supimpa bolinha de gude. Não havia muitas dessas diversões eletrônicas e jogos online, que apesar de bacanudos, nunca deveriam substituir completamente as boas e velhas brincadeiras que fazem criança ser criança. É triste ver a molecada de hoje crescer tão cedo na frente de computador, com celular na mão e indo pra shopping comprar cd de banda emo…

No meio dessa minha divagação eu comecei a pensar nas tais bolinhas de vidro e no jogo maluco no qual elas estão envolvidas. Reles mortais, eu não entendo como eu conseguia jogar bolinha de gude quando era criança! E explico. De todos os jogos folclóricos e esportes do mundo, estou pra ver um jogo com mais regras e mudança de regras do que o famoso jogo de búlica. De cidade para cidade, estado para estado e país para país, as regras mudam de acordo com o grupo que joga e a capacidade dos participantes de fazer os outros engolirem pseudo-regras feitas ali, na hora! Incrível como isso fazia sentido quando eu era criança!

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