Impagável essa versão Virundum de One Winged Angel, música tema do Sephiroth em Final Fantasy VII.
Archive for abril, 2009
One Winged Angel – Se Ferrou!
Um Stop-motion que deu muiiiiiiito trabalho!
Vi lá no chongas
O Jogo
O Jogo é muito simples: Você já está jogando.
- Você nunca pode ganhar O Jogo, apenas perder.
- O objetivo do jogo é não lembrar de sua existência.
- Toda vez que você se lembrar do Jogo, deve anunciar em voz alta, “Perdi”. A partir daí, quem estiver à sua volta passará a participar do Jogo também.
- Após perder uma vez, você tem 30 minutos livres para pensar ou falar do Jogo, já que terá que explicar seu funcionamento para os novos participantes.
- Nosso obejtivo é fazer com que todas as pessoas na Terra participem do Jogo.
A origem do Jogo é incerta. Uma teoria é de que dois caras perderam o último trem e tiveram que passar a noite inteira na plataforma. Eles tentaram não pensar na situação e, quem o fizesse, perderia.
Bem vindo ao Jogo
Perdi…
Sobre gênios e eruditos
Caiu-me em mãos um livreto do Schopenhauer: A Arte de Escrever. Recomendação do meu irmão. Estou ainda a ler sobre a tal arte e longe de entendê-la ou executá-la, de maneira que estas palavras não tratarão do ofício penoso que é escrever bem.
Chamou-me a atenção, todavia, breve nota do pessimista filósofo sobre aqueles a quem chamava eruditos, distinguindo-os dos gênios.
É de se notar o estranhamento que isso causa, logo de início: temos, todos nós, a mania de confundir ou tratar por sinônimos erudição e genialidade. Aquela ideia fixa de que, lendo lendo lendo aprende-se muita coisa. Ocorre-me aquela frase do Seu Madruga, “se quer ser alguém, que devore os livros!” E lá ia Chaves, literalmente, saborear a celulose do papel!
Schopenhauer diria, por absurdo que pareça que, dependendo do uso que se faz do livro a ser lido, melhor comê-lo realmente! Daria no mesmo. Porque ler assim, de maneira tão banal quanto se come ou se veste, não tem serventia alguma ou, pelo menos, serventia que seja nobre.
Nobreza, então, é o que diferencia o gênio do erudito, tal como o ouro da pirita. Você deve conhecer os eruditos. São muitas vezes professores, cientistas renomados, doutos conhecedores de n assuntos, onde n é quase sempre igual ao número de verbetes de uma enciclopédia. São os que, nas palavras de Schopenhauer, fazem uso do conhecimento como um meio, e não como um fim em si mesmo. Produzem um conhecimento de exposição de assuntos e pensamentos tratados e desenvolvidos por outras mentes, nunca pelas suas. São divulgadores da doutrina de um, ou atualizadores de obra de outro.
Outras vezes disfarçam-se melhor. Ganham respeito e admiração e influenciam gerações e gerações de estudantes e pensadores. O filósofo diz isso de Hegel, aquele sujeito impossível de entender (e não me venham dizer que entenderam não! Não entender é axioma quando se fala de Hegel!). Não me é dada a propriedade para apontar o dedão pro tal do Hegel e dizer a ele “Vós não manjais picas”; é-me lícito, no entanto, criticar as figurinhas de meu tempo.
Muito triste, de fato, que no nosso mundinho moderno imperem essas autoridades. Que tomemos os argumentos delas como “verdade”, que tentemos provar “nossos” pontos – seja em tribunais, seja em discussões de boteco – com base nessas “verdades”. Tragédia nossa e do mundo que não sabe reconhecer quem realmente tem ou teve algo a dizer.
Já preconizava o filósofo que os verdadeiros gênios, por não se preocuparem com títulos, honrarias, fama, dinheiro e sim com o compromisso para com a verdade e com o conhecimento, estariam fadados a uma vida modesta no esquecimento, salvo a sorte que eventualmente escolhe alguns poucos.
Refletindo sobre isso, ocorre-me a figura de um professor de minha faculdade, versado em línguas, doutor em sua área, autoproclamado conhecedor de arte, de literatura, reconhecido internacionalmente. Li um pedaço de seu livro e algumas de suas aulas. Estas não menos lamentáveis que aquele. Ocorrem-me, ato contínuo, a vida em lamúria e solidão de Van Gogh, que em vida teria, dizem, vendido apenas um quadro, a um amigo piedoso. Recentemente, a pintura Os Girassóis foi vendida por 40 milhões de dólares…
O peso da palavra “Grátis”
Se uma banquinha de doces lhe oferecesse dois tipos de trufa: uma de chocolate suíço a 1,50 e uma caseira de graça, qual você escolheria, sem parar pra pensar?
Acho que muita gente escolheu a trufa grátis, não é mesmo? Já esticaram a mão e pegaram a trufa caseira, antes que essa barganha acabasse. Mas, e se a banca lhe oferecesse novamente as duas trufas, sendo a caseira por 50 centavos e a suíça a 2 reais?
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Manual de instruções – Como cuidar de um bebê
9 desenhos que marcaram a infância
Saudações terrícolas! Em tempos de posts miúdos no neste blogojento blog, uma listinha até que vai bem pra animar as coisas.
Vasculhando os meandros da minha infância pensei naqueles desenhos clássicos que marcaram a minha pessoa e contribuíram enormemente para a minha formação humana e – por que não? intelectual!
Sem mais historinhas, vamos à lista, malocada!
Pernalonga e Patolino – Duelo de Vaidades
Parnalonga tem incontáveis episódios bons, como o da Ponte de Londres, o da Quadrilha, o da Caça ao Pato ou O Coelho de Sevilha. Escolhemos o Duelo das Vaidades por ser o mais clássico com a participação do Patolino!
Pateta e o trânsito (ou Pateta, o Motorista)
Simplesmente uma referência! Qualquer episódio que envolvia vários patetas, como o das Olimpíadas ou o do Hockey eram fabulosos. No entanto, esse em que o cidadão comum Pateta se transforma ao entrar no carro não tem comparação! Foi a única interessante de se ver no cursinho pra tirar carteira de motorista que eu fiz!


















